quarta-feira, 2 de maio de 2012

A fórmula da felicidade conjugal!


E lhes darei um mesmo coração, e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem, e o bem de seus filhos, depois deles. Jeremias 32:39

A Bíblia sagrada é o manual de instruções deixado por Deus aos seres humanos. Nele encontramos todas as   instruções necessárias para vivermos plenamente (Pv 4.20-23), conforme o projeto original que motivou o Deus criador, a fazer de nós, a principal obra de Sua criação. Todas as demais coisa foram criadas em função de nossa existência. 

Olhando para as escrituras, é fácil compreender, por exemplo, a razão pela qual, os casamentos de hoje em dia não dão certo, e o número de divórcios cresce a cada dia. Segundo o profeta Jeremias, não é o amor que garante a felicidade conjugal, e sim, quando duas pessoas unem-se em função de um mesmo propósito tornando-se uma! E lhes darei UM MESMO CORAÇÃO, e UM SÓ CAMINHO... Conheço muitos casais que se amam e estão separados. O amor que sentem um pelo outro não impediu a separação provocada pela incompatibilidade de propósitos.

Segundo o profeta Amós, duas pessoa não podem andar juntas se não houver acordo entre elas (Am 3.3). Se podemos apontar uma fórmula para um relacionamento feliz e estável, esta fórmula é:

A+UP=FC ( Amor + Unidade de Propósito = Felicidade Conjugal)

E não termina por aí, porque viver dentro do padrão bíblico de relacionamento, deixará um legado de benção para seu filhos, e as gerações depois deles!

segunda-feira, 23 de abril de 2012


Fé na medida certa!


Porque, pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não saiba mais do que convém saber, mas que saiba com temperança, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um. (Romanos 12.3)

Infelizmente, apesar do visível crescimento do evangelho em nosso país, a fé ainda é um assunto muito mal compreendido pela maioria dos cristãos. Com freqüência tenho encontrado pessoas confusas a respeito da fé. Meu objetivo neste estudo, não é falar de conceitos fundamentais da fé, e sim levá-lo a atentar para alguns detalhes importantes que vão lhe fazer encontrar a fé na medida certa.
Segundo o ensinamento do apostolo Paulo, Deus repartiu uma medida de fé para cada um de nós. Muitos estão dizendo: É aí que está o problema. A minha fé é insuficiente! É exatamente isso que quero esclarecer. Se Deus repartiu a fé com seus filhos, conhecendo o caráter Divino, não posso acreditar que Ele tenha me dado cinco metros de fé, e para você ele tenha dado apenas cinco centímetro. As escrituras relatam que nosso Pai não trata seus filhos com desigualdade.

E, abrindo Pedro a boca, disse: Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas; (Atos 10.34)

Na realidade todos nós já nascemos com a semente da fé em nosso coração. Apesar disso uma grande parte da humanidade desconhece tal semente, e vivem como se ela não existisse. É como se você me desse um punhado de sementes, e eu as guardasse em uma gaveta ou armário. O fato de eu não lançar aquelas sementes na terra impedem que elas germinem e produzam frutos. Não que elas não tenham capacidade de produzir. Mas enquanto não entrarem em contato com a terra, seu potencial produtivo estará adormecido. É isso que tem acontecido com nossa fé. Embora Deus tenha nos dado uma medida justa, preparada para suprir as nossas necessidades, aparentemente ela parece fraca e desqualificada. Enquanto não colocarmos nossa fé em contato com a Palavra, ela permanecerá estéril.

E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo. (Romanos 10.17 RA)

A fé vem, pela pregação da palavra. Como nos contos infantis que a princesa espera o beijo do príncipe para que o encanto seja quebrado, quando damos ouvidos às sagradas escrituras despertamos a fé, e descobrimos a força que ela possui.
Há outro ponto importante a ser esclarecido. Costumo comparar à fé a musculatura existente no corpo humano. Todas as pessoas saudáveis têm a mesma composição muscular. Você pode discordar comigo, lembrando-me dos halterofilistas, que tem músculos gigantescos, comparados as nossos, porém quero enfatizar que estes atletas não nasceram assim, mas as combinações de uma alimentação balanceada, e de uma rotina de exercícios, alcançaram tal desempenho. Se eu e você, aplicarmos as mesmas medidas em nossa rotina diária, também poderemos atingir um desempenho, igual ou até melhor do que eles.
Era disso que o apóstolo Pedro estava tratando quando escreveu sua segunda epístola:

Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco alcançaram fé IGUALMENTE PRECIOSA pela justiça de nosso Deus e Salvador Jesus Cristo. (2 Pedro 1.1)

Eu vibrei o dia que entendi essa palavra. Ainda mais vindo de um homem que teve tanta fé que foi capaz de andar sobre as águas. Veja que Pedro estava equiparando a sua fé com a nossa! Eu digo nossa porque esta epístola é chamada universal, ou seja, foi escrita a igreja de todos os tempos. Se você que está lendo este estudo pertence à igreja de Deus, esta palavra é diretamente dirigida a você. Espero que você esteja vibrando como eu. Pode ser que sua fé esteja longe de ser como a de Pedro, mas a partir de agora você tem a consciência de que você pode chegar lá. Se você está passando uma fase difícil na vida, este é o melhor momento para desenvolver o potencial de sua fé. Talvez antes desta luta, sua vida espiritual era sedentária, tornando você um obeso, inchado, porém fraco.
Mude seus hábitos a partir de hoje. Entre no programa de desenvolvimento da fé da academia do Espírito Santo. Alimente-se da palavra diariamente, várias vezes ao dia, não reclame do peso das adversidades. Agindo assim você alcançará a fé na medida certa!

Os quais, pela fé, venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões, apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram força, na batalha se esforçaram, puseram em fugida os exércitos dos estranhos. (Hebreus 11. 33,34)

sexta-feira, 13 de abril de 2012

CRÔNICAS DA VIDA!


CRÔNICAS DA VIDA! :.

 Era o seu último dia de vida, mas ele ainda não sabia disso! -
   Naquela manhã, sentiu vontade de dormir mais um pouco. Estava cansado porque na noite anterior fôra se deitar muito tarde. Também não havia dormido bem. Teve um sono agitado. Mas logo abandonou a idéia de ficar um pouco mais na cama e se levantou, pensando na montanha de coisas que precisava fazer na empresa.
   Lavou o rosto e fez a barba correndo, automaticamente. Não prestou atenção no rosto cansado nem as olheiras escuras, resultado das noites maldormidas. Nem sequer percebeu um aglomerado de pêlos teimosos que escaparam da lâmina de barbear.
   “A vida é uma seqüência de dias vazios que precisamos preencher”, pensou enquanto jogava a roupa por cima do corpo.
   Engoliu o café e saiu resmungando baixinho um “bom-dia”, sem convicção. Desprezou os lábios da esposa, que se oefereciam para um beijo de despedida. Não notou que os olhos dela ainda guardavam a doçura de mulher apaixonada, mesmo depois de tantos anos de casamento.
Não entendia por que ela se queixava tanto da ausência dele e vivia reivindicando mais tempo para ficarem juntos. Ele estava conseguindo manter o elevado padrão de vida da família, não estava? Isso não bastava?
   Claro que ele não teve tempo para esquentar a carro nem sorrir quando o cachorro, alegre, abanou o rabo. Deu partida e acelerou. Ligou o rádio, que tocava uma antiga canção de Roberto Carlos, “detalhes tão pequenos de nós dois…”.
Pensou que não tinha mais tempo para curtir detalhes tão pequenos da vida. Anos atrás, gostava de assistir ao programa de Roberto Carlos nas tardes de domingo. Mas isso fazia parte de outra época, quando podia se divertir mais.
   Pegou o telefone celular e ligou para sua filha. Sorriu quando soube que o netinho havia dado os primeiros passos. Ficou sério quando a filha lembrou-o de que há tempos ele não aparecia para ver o neto e o convidou para almoçar. Ele relutou bastante : sabia que iria gostar muito de estar com o neto, mas não podia, naquele dia, dar-se ao luxo de sair da empresa. Agradeceu o convite, mas respondeu que seria impossível. Quem sabe no próximo final de semana?
Ela insistiu, disse que sentia muita saudade e que gostaria de poder estar com ele na hora do almoço. Mas ele foi irredutível : realmente, era impossível.
   Chegou à empresa e mal cumprimentou as pessoas. A agenda estava totalmente lotada, e era muito importante começar logo a atender seus compromissos, pois tinha plena convicção de que pessoas de valor não desperdiçam seu tempo com conversa fiada.
   No que seria sua hora do almoço, pediu para a secretária trazer um sanduíche e um refrigerante diet. O colesterol estava alto, precisava de um check-up, mas isso ficaria para o mês seguinte. Começou a comer enquanto lia alguns papéis que usaria na reunião da tarde. Sequer observou o tipo de lanche que estava mastigando.
   Enquanto relacionava os telefonemas que deveria dar, sentiu um pouco de tontura, a vista embaçou. Lembrou-se do médico advertindo-o, alguns dias antes, quando tivera os mesmos sintomas.
   Estava na hora de fazer um check-up. Mas ele logo concluiu que era um mal-estar passageiro, que seria resolvido com um café forte, sem açúcar.
   Terminando o “almoço” – se é que podemos chamá-lo assim – escovou os dentes e voltou à sua mesa. “A vida continua”, pensou. Mais papéis para ler, mais decisões para tomar, mais compromissos a cumprir. Nem tudo saía como ele queria.
Começou a gritar com o gerente, exigindo que este cumprisse o prometido. Afinal, ele estava sendo pressionado pela diretoria. Tinha de mostrar resultados. Será que o gerente não conseguia entender isso?
   Saiu para a reunião já meio atrasado. Não esperou o elevador. Desceu as escadas pulando de dois em dois degraus. Parecia que a garagem estava a quilômetros de distância, encravada no miolo da terra, e não no subsolo do prédio.
   Entrou no carro, deu a partida e, quando ia engatar a primeira marcha, sentiu de novo o mal-estar. Agora havia uma dor forte no peito. O ar começou a faltar… a dor foi aumentando… o carro desapareceu… os outros carros também… Os pilares, as paredes, a porta, a claridade da rua, as luzes do teto, tudo foi sumindo diante de seus olhos…
Ao mesmo tempo em que surgiam cenas de um filme que ele conhecia bem. Era como se o videocassete estivesse rodando em câmara lenta. Quadro a quadro, ele via a esposa, o netinho, a filha e, umas após outras, todas as pessoas de que mais gostava.
   Por que mesmo não tinha ido almoçar com a filha e o neto? O que a esposa tinha dito à porta de casa quando ele estava saindo, hoje de manhã? Por que não foi pescar com os amigos no último feriado?
A dor no peito persistia, mas agora outra dor começava a perturbá-lo : a do arrependimento. Ele não conseguia distinguir qual era a mais forte, a da coronária entupida ou a de sua alma rasgando.
   Escutou o barulho de alguma coisa quebrando dentro de seu coração, e de seus olhos escorreram lágrimas silenciosas.
Queria viver, queria ter mais uma chance, queria voltar para casa e beijar a esposa, abraçar a filha, brincar com o neto… Queira… Queria… Mas não havia mais tempo…

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Maquinista ou Motorista




Como todo jovem que completa 18 anos, a primeira atitude que tomei após a maior idade, foi procurar o DETRAN (pois quando tirei carteira não haviam os chamados CFC) para encaminhar minha CNH – Carteira Nacional de Habilitação. Eu não via a hora de poder sair nas ruas da pacata Alegrete - RS, minha cidade natal, dirigindo a brasília caramelo, ano 74, que pertencia a meu pai. Enquanto escrevo este relato, fico imaginando que a maioria dos rapazes que completaram, ou vão completar 18 anos, pensaram, ou pensam assim. Na verdade nossa sede por sermos “motoristas” praticamente vem de berço, principalmente em relação aos meninos. Provavelmente uns dos primeiros brinquedos com que tivemos contato em nossa infância foi um carrinho!
Essa nossa vocação para dirigir tem nos acompanhado em praticamente tudo que fazemos na vida. Mal saímos das fraldas e queremos tomar nossas próprias decisões. Achamos que podemos muito bem dirigir nossas próprias vidas. Embora isso pareça algo normal, da natureza do ser humano, todas as vezes que decidimos sermos os motoristas de nossas vidas, acabamos causando algum acidente grave.

A locomotiva da vida

Em algumas das palestras que faço pelo Brasil costumo perguntar aos participantes: Uma locomotiva tem motorista? As opiniões se dividem em um primeiro momento, pois algumas pessoas não percebem que há uma grande diferença entre um “motorista” e um “maquinista”. Quando explico que quem dirige o trem não são os maquinistas e sim os trilhos, as opiniões tornam-se imediatamente unânimes. Deus não lhe criou para que você fosse o “motorista” de sua vida. O que o Senhor quer é que você assuma seu papel de “maquinista” desta locomotiva chamada vida.
            Em momento algum o “maquinista” decide a direção que o trem irá tomar. Sua única missão é manter a locomotiva sobre os trilhos! É claro que você não pode colocar seu trem, sobre qualquer trilho. Antes mesmo do seu nascimento Deus se encarregou de criar a linha, ou propósito, sobre a qual sua locomotiva deve andar.

            “Tu me viste antes de eu ter nascido. Os dias que me deste para viver foram todos escritos no teu livro quando ainda nenhum deles existia.” (Salmos 139. 16)

            Veja que o texto nos informa que Deus pré-determinou o curso de nossas vidas. Nós não somos responsáveis por criar a linha para o trem passar. Simplesmente temos que descobrir o propósito de Deus e andarmos sobre ele.
            Talvez você esteja passando pelas piores “estações” de sua vida. Tudo porque colocou sua locomotiva sobre o trilho errado. Freie esse trem imediatamente. Arrependa-se por ter tomado de Deus o direito de lhe dirigir. Ore agora mesmo, peça que ele lhe mostre o caminho a ser percorrido, caminho pelo qual você encontrará a estação da felicidade!
que Deus os abençoe

domingo, 22 de janeiro de 2012

SIGNIFICADO DA PALAVRA FAMÍLIA

                         

Tropecei em um estranho que passava e lhe pedi perdão.
Ele respondeu: "desculpe-me, por favor;
também não o vi." Fomos muito educados, seguimos  nosso caminho e nos despedimos.

Mais tarde, eu estava cozinhando e meu filho estava muito perto de mim.
Ao me virar quase esbarro nele. Imediatamente
gritei com ele; ele se retirou sentido,
sem que eu notasse quão dura palavra que lhe falei.

Ao me deitar Deus me disse suavemente: "Você tratou a um estranho de forma cortês, mas destratou o filho que você ama.
Vá à cozinha e irá encontrar umas flores no chão, perto da porta.
São as flores que ele cortou e te trouxe: rosa, amarela e azul.
Estava calado para te entregar, para fazer uma surpresa e você não viu as lágrimas que chegaram aos seus olhos..."

Me senti miserável e começei a chorar. Suavemente me aproximei de sua cama e lhe disse:
"Acorde querido! Acorde!
Estas são as flores que você cortou para mim?"
Ele sorriu e disse:
"Eu as encontrei junto de uma árvore, e as cortei, porque são bonitas como você,
em especial a azul."

Filho, sinto muito pelo que disse hoje, não devia gritar com você.
Ele respondeu:
"está bem, te amo de todas as formas."
Eu também te amo e adorei as flores,
especialmente a azul....

Entenda que se você morrer amanhã, em questão de dias a empresa onde você trabalha cobrirá seu lugar. Porém, a Família que deixamos sentirá a perda pelo resto da vida.
Pense neles, porque geralmente nos entregamos mais ao trabalho que a nossa Família.
Será que não é uma inversão
pouco inteligente?

Então, que há detrás desta história?
Você sabe o significado de
Família em inglês?

F A M I L Y:
"Father And Mother I Love You"
(Papai e Mamãe, eu os amo)